só nos falta o regresso de d. sebastião

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CONFUSOS?…

esperamos que não

agora só nos falta o d. sebastião
com
ou
sem
cão ……………………………

mas…
tudo na boa

pano de fundo fátima
fala-se de futebol
muito futebol
o benfica vai jogar – no seu 11 alinha um tal francisco que veio hoje de itália
um rapaz ainda jovem
irá cantar em fátima
num campo de futebol

jesus sai do sporting e será crucificado em vila franca
onde os peregrinos, de joelhos em sangue, assistirão a uma largada de touros
francisco está prestes a marcar o primeiro golo
e
as águas de portugal prontificaram-se a canalizar 3 pastores(zinhos) – as torneiras serão comercializadas em fátima a preços de saldo

milhares de mortais aproximam-se perigosamente de um santuário e compram bandeiras do benfica
para além de discos do rapaz que está na ucrânia com o papa

SCP

SLBos maços de cigarros do benfica e do sporting voltaram ao mercado e podem ser adquiridos numa banca à porta da capela das aparições
ao lado vendem-se sandes de chouriço e de torresmos (também há vinho) – pré pagamento na caixa do arcebispo de ourém

jesus já está fora do sporting – será substituído pelo papa
fátima continua como pano de fundo
e
o benfica está quase a entrar em campo

d. sebastião
é que
ainda
não

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coerência política, sempre!

coerência política, sempre!

p-passos

e ele, enquanto líder do partido que é dele, não pôde deixar de sublinhar o grande empenho (dele e de sua ex-ministra das finanças) na luta pela libertação da pátria das influências nefastas dos comunistas, socialistas, bloquistas e outros “istas” – os quais, note-se, têm trilhado um caminho comum, um continuado diálogo político e uma colaboração concreta em áreas estratégicas que mais tarde ou mais cedo destruirão as bandeirinhas que orgulhosamente, ele e seus companheiros de luta, exibem nas golas dos seus casacos de linha italiana.

p-pcoelho

– “ele é um liberal. ele vai por isto na ordem. ele escolheu para a educação um crítico, um homem competentísimo! quê?… neo-liberal? isso não existe nem nunca existiu. eu vou apoiá-lo. seguramente!”

disse-nos um ex-comunista e ex-socialista hoje um incondicional coelhista.

pombo

– “quero reafirmar aquilo que venho dizendo há muitos anos. temos de aprender a cagar em cima das pessoas certas!”

disse-nos um pombo lisboeta.

hoje… os bancos (do livro “os bancos antes da nacionalização) de antónio aragão

a “gripe das aves” não quer (nem pode) deixar em claro os acontecimentos nacionais – nunca!… a “gripe das aves” soube do BANIF e, em apoio total à banca nacional, resolveu “postar” este excelente livro de António Aragão (poeta experimental lusitano): “os bancos antes da nacionalização”. claro que é coisa antiga – dos idos anos de 70 – mas sempre actual.

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Os bancos antes da nacionalização / António Aragão ; colab. fot. de Helmut M. Winkelmayer | AUTOR(ES): Aragão, António, 1935-2008; Winkelmayer, Helmut M., fotogr. | PUBLICAÇÃO: Funchal : A. Aragão, 1975

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Sobre o autor: António Aragão (António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia) – Pintor, escultor, historiador, investigador, escritor e poeta, António Aragão foi um dos maiores vultos da cultura portuguesa, do século passado até aos dias da sua morte física, acontecida em 2008.

António Aragão nasceu em Portugal, na ilha da Madeira, em S. Vicente, a 22 de Setembro de 1921. Faleceu no Funchal a 11 de Agosto de 2008. Cedo quebrou as barreiras do isolamento geográfico para alcandorar-se aos palcos académicos e depois ganhar, com elevado mérito, estétca, arte e técnica, um lugar de vanguarda na cultura portuguesa.

Licenciado em Ciências Históricas e Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e em Biblioteconomia e Arquivismo pela Universidade de Coimbra. Estudou Etnografia e Museologia em Paris, sob a orientação do Director do Conselho Internacional de Museus da UNESCO. Cursou no Instituto Central de Restauro de Roma, onde se especializou em restauro de obras de Arte e estagiou no laboratório de restauro do Vaticano. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris e Roma.

Homem de criatividade rica, irrequieto, polémico, inconformado, por vezes excêntrico até, deixou a sua marca pessoal indelével por onde passou. Era difícil não dar por ele quando metia mãos à obra, quer fosse na investigação da história e da etnografia, quer quando esculpia, pintava ou escrevia. A proporção do acervo que legou a Portugal, e em particular à Madeira, é muito mais rico, em quantidade e qualidade, do que o reconhecimento e merecimento que devia ter recebido da região e do país. Desse ponto de vista, ainda está por fazer-se a verdadeira homenagem a António Aragão, apesar de, ainda em vida e num gesto essencial, ter recebido da Câmara Municipal do Funchal uma rua da cidade com o seu nome. (fonte: Wikipédia)