do primeiro ao segundo golpe e da busca do esclavagismo

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e os esclavagistas vestiram a roupagem neo-liberal – “que se fodam as leis trabalhistas!…” disseram eles

para o ex-ministro petista tarso genro a sigla “PT” deve manter a candidatura do ex-presidente lula da silva ao palácio do planalto.

o que é óbvio nesta condenação de 9 anos e 6 meses de prisão por parte de um juiz fortemente ligado ao partido “social democrata” (neo-liberal) brasileiro, às seitas ditas “evangélicas” e, consequentemente, aos golpistas que afastaram a presidente dilma  Rousseff do poder é, tão só, impedir que o ex-presidente lula da silva se recandidate em 2018. mais concretamente, o juiz recebeu uma encomenda e, como qualquer tarefeiro, cumpre-a. e, assim sendo, será recompensado pelos mandantes.

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frei betto

entrementes o ex-assessor e amigo de lula, frei betto, afirma que a condenação do ex-presidente a 9 anos e 6 meses de prisão “revela mais quem é o juiz sergio moro do que quem é o “petista” (lula da silva). o frade dominicano e escritor, vê na perseguição de moro contra o ex-presidente apenas como uma tentativa de o afastar da vida política. apenas isso.

 

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lula e frei betto

para frei betto, a pena a cumprir – caso confirmação por parte dum tribunal de segunda instância – não debilita, de forma alguma, a esquerda brasileira. e acrescenta: “Se assim fosse, Mandela, Fidel, Marighella, Apolônio de Carvalho, Vladimir Herzog e tantos outros não teriam entrado para a história.”

da reacção de lula da silva:

lula

lula da silva

“E agora quero dizer ao meu partido, que até agora não tinha reivindicado mas vou reivindicar, o direito de me colocar como postulante à Presidência da República em 2018”

“estão a destruir a democracia do Brasil”

“Quem acha que é o fim do Lula vai quebrar a cara. Quem tem direito de decretar o meu fim é o povo brasileiro”

“Eu acredito na democracia e no Estado de direito. Por esta crença que eu tenho no Estado de direito sei que a Justiça não pode mentir, ela não tem que tomar decisões políticas, ela tem que se tomar uma decisão baseada nos autos. A única prova que existe deste processo é a prova da minha inocência”

“Obviamente que o Moro não tem que prestar contas para mim. Eu acho que o Moro deve prestar conta para a história, assim como eu devo prestar conta para a história. A história na verdade é que vai dizer quem está certo quem está errado”

a argumentação do juiz que esteve no estoril (portugal – acção promovida pela câmara municipal de cascais) a defender a delação premiada (num estado de direito e democrático?)ver aqui

o antes e o depois de uma intervenção estética

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a libia e a siria eram assim:… uma arquitectura repressiva, autoritária, carente dos mais elementares valores democráticos…

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mas… graças a estes valorosos cidadãos protegidos por helicópteros do império (verdadeiro espelho da liberdade e democracia)…

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… a libia e a siria têm hoje uma arquitectura liberta, portadora de uma inigualável  vanguarda estética.

 

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nota: este “post” é dedicado aos nossos amigos – os que se têm destacado na defesa de valores (éticos e estéticos) democráticos…

Brasil – o GOLPE consumado

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“O golpe é contra o povo e contra a Nação. O golpe é misógino. O golpe é homofobico. O golpe é racista. É a imposição da cultura da intolerância, do preconceito, da violência.” disse Dilma

e nós acrescentamos: o golpe que derrubou a presidente legitima (porque eleita democraticamente) do Brasil, foi um acto de traição daquele que ela chamou para vice-presidente e, também, a forma que uma quadrilha de mal-feitores e corruptos encontrou para se esquivar à justiça.

”Podemos reprovar muitas coisas a Dilma: não respeitou suas promessas eleitorais e concedeu numerosas concessões aos banqueiros, industriais e latifundiários. Desde há um ano, a esquerda política e social não deixou de reclamar uma mudança nas políticas económicas e sociais. Mas a divina oligarquia da direita brasileira – a elite capitalista, financeira, industrial e agrícola – não se conforma com pequenas concessões: quer tudo, o poder por completo. Não quer negociar, quer tão só governar de forma directa através de seus homens de confiança e abolir os poucos avanços sociais alcançados nos últimos anos.” 

Michael Lowy

 

Discurso da presidente Dilma após aprovação do golpe parlamentar

“Ao cumprimentar o ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva, cumprimento todos os senadoras e senadores, deputadas e deputados, presidentes de partido, as lideranças dos movimentos sociais. Mulheres e homens de meu País.

Hoje, o Senado Federal tomou uma decisão que entra para a história das grandes injustiças. Os senadores que votaram pelo impeachment escolheram rasgar a Constituição Federal. Decidiram pela interrupção do mandato de uma Presidenta que não cometeu crime de responsabilidade. Condenaram uma inocente e consumaram um golpe parlamentar.

Com a aprovação do meu afastamento definitivo, políticos que buscam desesperadamente escapar do braço da Justiça tomarão o poder unidos aos derrotados nas últimas quatro eleições. Não ascendem ao governo pelo voto direto, como eu e Lula fizemos em 2002, 2006, 2010 e 2014. Apropriam-se do poder por meio de um golpe de Estado.

É o segundo golpe de estado que enfrento na vida. O primeiro, o golpe militar, apoiado na truculência das armas, da repressão e da tortura, me atingiu quando era uma jovem militante. O segundo, o golpe parlamentar desfechado hoje por meio de uma farsa jurídica, me derruba do cargo para o qual fui eleita pelo povo.

É uma inequívoca eleição indireta, em que 61 senadores substituem a vontade expressa por 54,5 milhões de votos. É uma fraude, contra a qual ainda vamos recorrer em todas as instâncias possíveis.

Causa espanto que a maior ação contra a corrupção da nossa história, propiciada por ações desenvolvidas e leis criadas a partir de 2003 e aprofundadas em meu governo, leve justamente ao poder um grupo de corruptos investigados.

O projeto nacional progressista, inclusivo e democrático que represento está sendo interrompido por uma poderosa força conservadora e reacionária, com o apoio de uma imprensa facciosa e venal. Vão capturar as instituições do Estado para colocá-las a serviço do mais radical liberalismo econômico e do retrocesso social.

Acabam de derrubar a primeira mulher presidenta do Brasil, sem que haja qualquer justificativa constitucional para este impeachment.

Mas o golpe não foi cometido apenas contra mim e contra o meu partido. Isto foi apenas o começo. O golpe vai atingir indistintamente qualquer organização política progressista e democrática.

O golpe é contra os movimentos sociais e sindicais e contra os que lutam por direitos em todas as suas acepções: direito ao trabalho e à proteção de leis trabalhistas; direito a uma aposentadoria justa; direito à moradia e à terra; direito à educação, à saúde e à cultura; direito aos jovens de protagonizarem sua história; direitos dos negros, dos indígenas, da população LGBT, das mulheres; direito de se manifestar sem ser reprimido.

O golpe é contra o povo e contra a Nação. O golpe é misógino. O golpe é homofóbico. O golpe é racista. É a imposição da cultura da intolerância, do preconceito, da violência.

Peço às brasileiras e aos brasileiros que me ouçam. Falo aos mais de 54 milhões que votaram em mim em 2014. Falo aos 110 milhões que avalizaram a eleição direta como forma de escolha dos presidentes.

Falo principalmente aos brasileiros que, durante meu governo, superaram a miséria, realizaram o sonho da casa própria, começaram a receber atendimento médico, entraram na universidade e deixaram de ser invisíveis aos olhos da Nação, passando a ter direitos que sempre lhes foram negados.

A descrença e a mágoa que nos atingem em momentos como esse são péssimas conselheiras. Não desistam da luta.

Ouçam bem: eles pensam que nos venceram, mas estão enganados. Sei que todos vamos lutar. Haverá contra eles a mais firme, incansável e enérgica oposição que um governo golpista pode sofrer.

Quando o Presidente Lula foi eleito pela primeira vez, em 2003, chegamos ao governo cantando juntos que ninguém devia ter medo de ser feliz. Por mais de 13 anos, realizamos com sucesso um projeto que promoveu a maior inclusão social e redução de desigualdades da história de nosso País.

Esta história não acaba assim. Estou certa que a interrupção deste processo pelo golpe de estado não é definitiva. Nós voltaremos. Voltaremos para continuar nossa jornada rumo a um Brasil em que o povo é soberano.

Espero que saibamos nos unir em defesa de causas comuns a todos os progressistas, independentemente de filiação partidária ou posição política. Proponho que lutemos, todos juntos, contra o retrocesso, contra a agenda conservadora, contra a extinção de direitos, pela soberania nacional e pelo restabelecimento pleno da democracia.

Saio da Presidência como entrei: sem ter incorrido em qualquer ato ilícito; sem ter traído qualquer de meus compromissos; com dignidade e carregando no peito o mesmo amor e admiração pelas brasileiras e brasileiros e a mesma vontade de continuar lutando pelo Brasil.

Eu vivi a minha verdade. Dei o melhor de minha capacidade. Não fugi de minhas responsabilidades. Me emocionei com o sofrimento humano, me comovi na luta contra a miséria e a fome, combati a desigualdade.

Travei bons combates. Perdi alguns, venci muitos e, neste momento, me inspiro em Darcy Ribeiro para dizer: não gostaria de estar no lugar dos que se julgam vencedores. A história será implacável com eles.

Às mulheres brasileiras, que me cobriram de flores e de carinho, peço que acreditem que vocês podem. As futuras gerações de brasileiras saberão que, na primeira vez que uma mulher assumiu a Presidência do Brasil, a machismo e a misoginia mostraram suas feias faces. Abrimos um caminho de mão única em direção à igualdade de gênero. Nada nos fará recuar.

Neste momento, não direi adeus a vocês. Tenho certeza de que posso dizer “até daqui a pouco”.

Encerro compartilhando com vocês um belíssimo alento do poeta russo Maiakovski:

“Não estamos alegres, é certo,

Mas também por que razão haveríamos de ficar tristes?

O mar da história é agitado

As ameaças e as guerras, haveremos de atravessá-las,

Rompê-las ao meio,

Cortando-as como uma quilha corta.”

Um carinhoso abraço a todo povo brasileiro, que compartilha comigo a crença na democracia e o sonho da justiça.”

 

coerência política, sempre!

coerência política, sempre!

p-passos

e ele, enquanto líder do partido que é dele, não pôde deixar de sublinhar o grande empenho (dele e de sua ex-ministra das finanças) na luta pela libertação da pátria das influências nefastas dos comunistas, socialistas, bloquistas e outros “istas” – os quais, note-se, têm trilhado um caminho comum, um continuado diálogo político e uma colaboração concreta em áreas estratégicas que mais tarde ou mais cedo destruirão as bandeirinhas que orgulhosamente, ele e seus companheiros de luta, exibem nas golas dos seus casacos de linha italiana.

p-pcoelho

– “ele é um liberal. ele vai por isto na ordem. ele escolheu para a educação um crítico, um homem competentísimo! quê?… neo-liberal? isso não existe nem nunca existiu. eu vou apoiá-lo. seguramente!”

disse-nos um ex-comunista e ex-socialista hoje um incondicional coelhista.

pombo

– “quero reafirmar aquilo que venho dizendo há muitos anos. temos de aprender a cagar em cima das pessoas certas!”

disse-nos um pombo lisboeta.

última hora: este ano no dia de camões…

é nosso dever informar – com verdade – os nossos concidadãos. em vésperas de mais um dez de junho, confirmámos e podemos adiantar:…

última hora

finalmente a pátria de camões irá condecorar os seu heróis. 

o povo exige e o que o povo exige, será cumprido.

assim será. e sua excelência o presidente de todos nós, votantes, cumprirá (como é seu dever) a vontade popular.

1º um colar de ouro da ordem de cavalaria “bravos e destemidos lusitanos” e o titulo republicano de comendador para o nosso herói nacional

o qual cometeu este feito exemplar:

“Membro da troika roubado no elétrico 28

Ladrão escapou sem que o economista Albert Jaeger tenha percebido”

 

“Carteirista assalta economista da troika

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a dita “vítima”

Albert Jaeger, economista austríaco do Fundo Monetário Internacional (FMI) residente em Lisboa, foi assaltado por um carteirista quando passeava de eléctrico.”

 

Carteirista português vai ao bolso da troika

Q-argumento

O austríaco Albert Jaeger, representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) a viver em Lisboa desde Outubro, ficou sem a carteira no eléctrico 28, enquando viajava com vários turistas até ao Castelo de São Jorge.

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2º colar da ordem dos grandes piratas “d’aquém e d’além mar” para a Senhora D. Quina com direito a aposentação equivalente ao cargo de presidente da república

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D. Quina – “um exemplo maior…”

pela sua larga experiência e exemplo (pedagógico) para os mais novos

 

“Quina”, a mais velha carteirista do país, voltou a ser apanhada

Desta vez em Amarante, nas festas de junho. A vítima queixou-se à GNR e, depois de uma perseguição por entre a multidão, os militares encontraram a mulher que acabou, mais uma vez na esquadra. No mês passado, tinha sido condenada a pena suspensa naquela que a juíza disse ser “a última oportunidade”

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“Mulher de 85 anos apanhada a roubar… outra vez. Quina tem um longo currículo. Uma mulher de 85 anos foi apanhada a roubar pela polícia. Tudo ocorreu terça-feira, durante o cortejo da Queima das Fitas, no centro da cidade do Porto.”

 

“Joaquina Gonçalves, apanhada em flagrante a roubar uma carteira na Queima das Fitas do Porto, foi esta manhã condenada a cinco meses de prisão, com pena suspensa por um ano. Juíza avisou a mais velha carteirista do país no ativo que para a próxima fica mesmo detida”

 

“A juíza do Tribunal de Pequena Instância Criminal do Porto alertou Quina, de 85 anos, que ou se emenda ou para a próxima vez que for apanhada a furtar carteiras não haverá contemplações. “Vai-lhe ser dada uma última oportunidade. Por isso, se voltar a praticar crimes, vai mesmo presa”, afirmou a magistrada no decurso da sentença proferida esta manhã”

 

ele nunca mente!… ele é um homem sério! ele é…

o gajo não mente. o gajo anda é meio desmemoriado. o gajo, o Passos, o  Coelho… disse que “nunca” esteve numa inauguração enquanto liderou o Governo. claro que não.

o gajo, o Passos, o  Coelho… disse que “nem de estradas, nem de autoestradas, nem de pontes, nem de porra nenhuma”.

o gajo, o Passos, o  Coelho… disse que “estaria lá com certeza o senhor ministro da Economia em representação do Governo”…

claro que nunca esteve, o gajo que se vê nas imagens (roubadas por aí na net) é o Pedro. e o Pedro não é o gajo, o Passos, o  Coelho. pois não

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