o grafitti saiu da rua….

os deuses vão-se perfilando: zeus, netuno, afrodite… vão ganhando forma nas paredes de ruas europeias – os artistas de rua são os espanhóis PICHI Y AVO. uma dupla de “bons grafiteiros” que, armados de spray, reproduzem imagens dos deuses do olimpo grego.

saíram da rua e, entraram na galeria, a exposição chama-se:urban icono mythology” – e é em itália

pichiavo-8 pichiavo-1 pichiavo-2 pichiavo-3-980x600 pichiavo-4-980x600 pichiavo-5-980x600 pichiavo-6 pichiavo-7

“Temo o homem de um só livro”

“Temo o homem de um só livro”

disse hoje Manolis Glezos a Schulz na despedida de Bruxelas

Aos 93 anos, Manolis Glezos terminou o ano de mandato a que se comprometeu como eurodeputado. Na despedida, respondeu às ameaças de Schulz recitando Eurípides em grego antigo, concluindo com a citação de São Tomás de Aquino.

Depois das ameaças do presidente do Parlamento Europeu sobre os gregos não terem produzido o efeito desejado por Martin Schulz, o candidato derrotado dos socialistas à Comissão teve hoje de ouvir uma lição de democracia por parte do herói da resistência grega ao nazismo, que fez a sua última intervenção no Parlamento Europeu.

Glezos recitou em grego antigo o verso de “As Suplicantes”, de Eurípedes, com a resposta de Teseu, o rei de Atenas, ao enviado de Creonte, rei de Tebas, que lhe perguntara “onde está o tirano da cidade”:

Antes de mais, começaste o discurso por uma falsidade, estrangeiro,
ao procurar um tirano em Atenas que não está sob a chefia
de um só, mas é uma cidade livre.
O povo governa, alternadamente, por rotações
anuais. Neste país ao rico não se concedem
privilégios e o pobre goza de iguais direitos.

“Escolhi este verso em grego antigo e uma citação em latim que acredito que o presidente Martin Schulz conhece bem: Timeo hominem unius libri”. A citação de São Tomás de Aquino – “Temo o homem de um só livro” – com que Glezos terminou o discurso, foi vista como uma crítica ao pensamento único austeritário que domina os corredores do poder em Bruxelas e Berlim, mas também como uma referência à antiga profissão de Schulz quando ganhava a vida como livreiro…

fonte: aqui

uma lição…

lagarte, merkel, hollande e demais elementos do bando neoliberal põem em causa um acto democrático (referendo) na grécia… todavia ainda não se pronunciaram sobre o referendo que a inglaterra fará em julho de 2016 cujo objectivo será a saída da u.e..
lagarte, merkel, holllande e demais elementos do bando neoliberal põem em causa a democraticidade do syriza – é um partido radical, dizem… todavia ainda não se pronunciaram sobre o governo húngaro – aquele que quer um muro de quilómetros para evitar «democraticamente» a entrada de emigrantes – claro… o nazi/fascismo é a sua praia.

notinha só para recordar…: «alexis tsipras é um novo fidel castro e a grécia… uma nova cuba» disse-o em tempos o grande campeão da democracia, o deputado neoliberal tuga paulo rangel (no programa «Prova dos 9» da TVI24) – consta que a merkel se terá excitado (quase à beira do orgasmo) ao tomar conhecimento destas sábias palavras.

Varoufakis: “Credibilidade do Eurogrupo ficou hoje comprometida”

varoufakis2Da conferência de imprensa do ministro das finanças grego no fim da reunião do Eurogrupo que recusou o prolongamento do actual acordo por duas semanas, de forma a que os gregos possam votar sem constrangimentos no referendo de 5 de julho.

“A recusa do Eurogrupo em prolongar por duas semanas o atual acordo, para que o povo grego possa votar sobre a proposta – especialmente tendo em conta a alta probabilidade dos gregos poderem não aceitar o nosso ponto de vista e votarem Sim ao acordo – irá comprometer a credibilidade do Eurogrupo enquanto união democrática entre parceiros”, declarou Varoufakis.

Varoufakis comentou as palavras do líder do Eurogrupo, afirmando que o acordo de financiamento acaba no fim de junho e responsabilizando a Grécia por uma suposta rotura das negociações. “Até parece que Djessembloem ficaria feliz se assinássemos uma proposta em que não acreditamos se não tivéssemos o veredito do povo grego, mas se o tivermos já há problema. Se o povo grego quiser assinar o acordo, assinaremos, nem que isso leve a remodelações no governo ou outra reconfiguração ao nível do governo”, prometeu o ministro.

“Fomos eleitos com 36% dos votos e para uma decisão destas consideramos que 50% + 1 é o mínimo necessário”
“Expliquei aos nossos parceiros as três razões porque não pudemos aceitar a proposta das instituições de há dois dias: as ações recomendadas tinham efeito recessivo e eram redistributivas, mas no sentido em que transferiam os sacrifícios daqueles que podiam e deviam suportá-los para os que não podiam nem deviam; a proposta de financiamento dos cincos meses de extensão do acordo era tecnicamente inadequada e os números não batiam certo; e, mais importante, o que nos propuseram não continha nenhum plano para dar confiança a investidores, consumidores e depositantes que o próximo período de cinco meses seria um período de recuperação e superação da crise”, resumiu Varoufakis.

“Explicámos que não tínhamos um mandato para assinar uma proposta insustentável e inviável nem para rejeitar a proposta sem consultarmos o povo grego, que terá de ser o juíz final da aceitação, ou não, dessa proposta. Expliquei que fomos eleitos com 36% dos votos e para uma decisão destas consideramos que 50% + 1 é o mínimo necessário”, prosseguiu o ministro.

Varoufakis disse que ainda há alguns dias para melhorar a proposta dos credores “para maximizar a hipótese de acordo”, de forma a que o governo possa recomendar ao voto Sim.

Respondendo aos que dizem que este referendo é sobre o euro, Varoufakis explicou que “não há nenhuma regulamentação que preveja a saída de um país do euro, ao contrário da saída da União Europeia, que está no Tratado de Lisboa. Por isso, quem deseja que façamos esse referendo terá de mudar primeiro as regras da UE”.

Tsipras: “A dignidade do nosso povo não é um jogo”

grecia.jpg

Por 178 votos contra 120, o parlamento grego aprovou o referendo de 5 de julho às propostas dos credores, que Alexis Tsipras considerou um atentado à dignidade do povo grego. Para o primeiro-ministro, se o ’Não’ sair vencedor, isso não significará a vontade da Grécia romper com a Europa ou o euro, mas sim “pôr fim à extorsão e à coerção, práticas que se tornaram comuns na Europa”. E sobretudo servirá para reforçar o poder negocial de Atenas, sublinhou.

Com os votos do Syriza, Gregos Indepedentes e Aurora Dourada, e a oposição de Nova Democracia, KKE, Potami e PASOK, o referendo às propostas dos credores foi aprovado, após aceso e prolongado debate no parlamento da Grécia.

Num discurso em que convocou os exemplos de Konrad Adenauer, Willy Brandt, Enrico Berlinguer e Altiero Spinelli, por oposição aos dos atuais líderes das instituições europeias, Alexis Tsipras disse que este sábado ficará marcado na História “como o dia em que foi recusado o direito a um país soberano a decidir democraticamente o seu futuro”. O primeiro-ministro grego diz que há quem queira tomar decisões à margem das regras e regulamentos da União Europeia, referindo-se à exclusão da Grécia de uma reunião de ministros das Finanças após a reunião do Eurogrupo.

“Não precisamos de pedir autorização ao sr. Schäuble ou ao sr. Dijsselbloem para que a voz do povo grego seja ouvida”, prosseguiu Tsipras, lembrando que ninguém pôs entraves à França para referendar a Constituição Europeia.

“A dignidade do nosso povo não é um jogo”
“Há quem julgue que o que passa na Grécia é um jogo. Mas a dignidade do nosso povo não é um jogo. 1.5 milhões de desempregados não são um jogo. 3 milhões a viver na pobreza não são um jogo. Esses jogos acabaram a 25 de janeiro”, afirmou Tsipras.

O primeiro-ministro denunciou ainda a propaganda do medo que começou após o anúncio do referendo e que se deve intensificar ainda mais até ao próximo domingo. “Só que às vezes essa campanha produz o efeito contrário”, avisou.

Tsipras descreveu ainda o empenho mostrado pelo governo nas negociações dos últimos meses, no sentido de aproximar posições, e diz ter sido confrontado pelas instituições – nomeadamente o FMI – para retirar as propostas de taxação dos mais ricos, manter o salário mínimo e abandonar as conquistas europeias nas leis laborais, como a negociação coletiva. E concluiu que a última proposta dos credores “não tinha por objetivo chegar a um acordo, mas sim a entrega da nossa dignidade política”.

“Com o apoio do nosso povo iremos rejeitar o ultimato que nos apresentaram e que é uma afronta às tradições democráticas na Europa”, acrescentou Tsipras, garantindo que só uma vitória clara do ‘Não’ poderá permitir o reforço do poder negocial da Grécia face aos credores. “Estaremos a dar a mensagem de que a Grécia não se rende”, sublinhou.

fonte: aqui

notas extremamente importantes sobre a deusa éris

Éris A Deusa da Discórdia

éris a divina | divina deusa | é | é a deusa | a deusa da | da discórdia | discórdia | nascida de Nix | e | e renascida | renascida com | com o nascimento | nascimento de ares | e | e ares | ares nada tem | tem a ver | ver com | com nix | nix é | é a personificação da noite | noite que | que desempenhou um papel | um papel importante no mito | no mito onde | onde nix | nix é a patrona | a patrona das feiticeiras | das feiticeiras e das bruxas.

éris é | é pois a | a discórdia | discórdia no casamento | no casamento e na guerra | na guerra acompanha | acompanha o | o irmão | e | e quando | quando os deuses se | se retiram | ela | ela permanece | permanece aí para | para gozar do caos | do caos e | e destruição.

 o senhor | senhor hesíodo | hesíodo afirma | afirma que a noite | a noite é filha | filha do caos | do caos e | e a segunda criatura | criatura seguida | que seguida de seus filhos | filhos de nome | de nomes como | como gaia | como tártaro | como eros | como érebro | érebro que | que é | é gémeo de | de eros | e | e todos | todos eles | todos são as | as forças primordiais.

éris é a deusa | a deusa que inflige |  inflige o sofrimento e | e o caos | e | e quando | quando harmonia | harmonia que | que filha era | era filha de ares e | e afrodite | se casou | casou e éris | éris foi a única |  a única deusa | deusa que | que não foi convidada | não foi convidada devido | devido ao seu comportamento.

então só | só então e | e por vingança tirou | tirou uma maçã | uma maçã dourada | dourada da árvore | árvore das hespérides e | e inscreveu nela | nela | “Para a mais bela deusa”.

éris atirou-a | atirou a maçã dourada | a maçã dourada para | para a mesa do banquete e | e de | de imediato afrodite | afrodite e hera | hera e atena se | se ergueram para | para reclamar | reclamar o prémio | prémio que levou | levou eventualmente | eventualmente à guerra | à guerra de tróia.

éris é | é também | também identificada com | com enio | enio é | é a deusa | deusa da guerra | e | e as duas | as duas frequentemente |  frequentemente tidas | tidas como uma só.

e | e enio Ένυώ | Ένυώ em grego | Ένυώ de | de horror | é | é uma personagem | personagem da | da mitologia grega | e | e é uma antiga | antiga deusa | deusa conhecida pelo | pelo epíteto | pelo epíteto de destruidora de cidades | e | e frequentemente | frequentemente representada toda | toda coberta de | de sangue e | e transportando armas  e | e dizem | dizem os gregos | os gregos dizem que é | é filha de zéus e | e hera e | e filha | filha ou irmã de éris dizem | dizem outros gregos e | e enio | enio é | é com frequência retratada | retratada junto | junto a fobos e | e junto a deimos quando | quando acompanhante de | de ares | ares o deus | deus chefe | chefe da guerra e | e dizem eles | eles os gregos que | que era tanto sua amante | tanto como | como sua irmã | irmã para uns e | e mãe | mãe para outros e | e quando enio | enio a deusa dava | dava o golpe | golpe final o | o seu corpo se transformava em fogo.

planeta-eris

éris, é a nossa deusa…!

éris é, ainda, um planeta (anão – dizem eles) conhecido oficialmente como 136199 Eris.

o nosso sagrado planeta viaja nos confins do sistema solar…

precisamente aí. no cinturão de kuiper.

dizem, os cientistas e especialistas destas coisas dos planetas, que é o maior planeta-anão do nosso sistema e, quando descoberto, ficou conhecido como o “décimo planeta”(porque 10 é igual a 5+5 – ou seja: a deusa e seu duplo. a deusa e seu “partner” que em volta do deus sol gira).

éris é bem maior que o planeta plutão (e este já deixou de ser planeta). mais…

éris é, também, um plutóide (ou seja, 1 corpo celeste composto de “gêlo” que apresenta forma esférica)

a viagem orbital da nossa deusa ronda os 560 anosdaí se infere que tenha pouco tempo para nos visitar com regularidade. serve-se muitas vezes de programas pirateados na net para mandar algumas mensagens aos papas e outros iniciados credenciados pela “divina discordeae” – o que é facto é que ela se encontra “longe para caralhos” (a cerca de 97 UA do sol e, a sua órbita é bastante excêntrica, como não poderia deixar de o ser).

bom… agora não nos venham perguntar mais merdas, sobretudo as que estão guardadas nas caixas de mistérios dos deuses e das deusas – cujo exemplo mais popular é a “caixa de pandora”.

danças à deusa da maçã dourada

danças à deusa da maçã dourada

MITOS que deixaram de ser mitos por serem verdades absolutas

– éris é a deusa da discórdia?…
– claro que sim!
– e o nosso planeta é o nosso planeta?…
– claro. porque o planeta (anão ou não), ao ser descoberto, lançou a discórdia entre os astrónomos quanto à definição daquilo que é mesmo, mesmo, mesmo um planeta
e
causou a perca de estatuto de plutão…
na verdade éris é famosa… sempre foi famosa. entre os gregos primeiro, entre os romanos depois, entre os nossos adeptos —–> agora.
foi ela > éris < que causou, provocou, animou, abençoou a célebre guerra de tróia.
e
é também conhecida por ser parceira de seu irmão ares (marte para os romanos) no campo de batalha.
dizem as más línguas que, quando os outros deuses se punham ao fresco por ter acabado a peleja, éris ficava. adorava curtir a carnificina…
… ainda hoje se diverte ao contemplar as misérias do quotidiano dos humanos.
um dos nomes mais sugeridos, pela corte científica, para o nosso planeta era o de perséfone, a putativa mulher de plutão.
mas a nossa deusa chegou-se á frente e, como quem não quer a coisa, deixou cair a sua maçã dourada, perfumou a sala de reuniões com o cheiro pestilento a cachorro quente
e
—–> a discórdia ganhou 2 pontos.
precisamente —–> 2 pontos.
não só o planeta se passou a chamar éris como o seu satélite ganhou o nome de disnomia – a célebre filha da nossa deusa – a filha da divina éris. a grande deusa da desordem…

nota bastante importante:como é evidente, os gregos sabiam que éris girava em torno do sol… porém a secreta família do vaticano sempre desprezou o facto. chegaram ao ponto de queimar toda a documentação que nos foi legada pelos gregos sobre a divindade que adoramos
e
foi preciso um magote de norte-americanos (cientistas) para repor a verdade dos factos.