só nos falta o regresso de d. sebastião

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CONFUSOS?…

esperamos que não

agora só nos falta o d. sebastião
com
ou
sem
cão ……………………………

mas…
tudo na boa

pano de fundo fátima
fala-se de futebol
muito futebol
o benfica vai jogar – no seu 11 alinha um tal francisco que veio hoje de itália
um rapaz ainda jovem
irá cantar em fátima
num campo de futebol

jesus sai do sporting e será crucificado em vila franca
onde os peregrinos, de joelhos em sangue, assistirão a uma largada de touros
francisco está prestes a marcar o primeiro golo
e
as águas de portugal prontificaram-se a canalizar 3 pastores(zinhos) – as torneiras serão comercializadas em fátima a preços de saldo

milhares de mortais aproximam-se perigosamente de um santuário e compram bandeiras do benfica
para além de discos do rapaz que está na ucrânia com o papa

SCP

SLBos maços de cigarros do benfica e do sporting voltaram ao mercado e podem ser adquiridos numa banca à porta da capela das aparições
ao lado vendem-se sandes de chouriço e de torresmos (também há vinho) – pré pagamento na caixa do arcebispo de ourém

jesus já está fora do sporting – será substituído pelo papa
fátima continua como pano de fundo
e
o benfica está quase a entrar em campo

d. sebastião
é que
ainda
não

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edições de bicicleta – a abrir 2017

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as edições “bicicleta” – projecto da associação “mandrágora” (cascais 1979) – no novo ano – o que aí vem – anuncia 2 novas edições em preparação

  1. revista “bicicleta” nº 11 que contará com a colaboração de vários autores nacionais e estrangeiros
  2. “poema para word e corretor” livro da autoria de fernando aguiar

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esclarecimento da direcção do teatro da cornucópia

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Luis Miguel Cintra e Cristina Reis, responsáveis pelo Teatro da Cornucópia, divulgaram o esclarecimento que tomamos a liberdade de publicar neste espaço.

____

Perante a lamentável confusão gerada nos órgãos de comunicação social pela inesperada visita do Senhor Presidente da República ao Teatro da Cornucópia, vemo-nos forçados a esclarecer a presente situação.

Ao longo dos muitos anos de dependência financeira do Estado, reivindicada como indispensável, várias vezes afirmámos, em pedidos de subsídio e relatórios, que as verbas concedidas eram insuficientes para o projecto de, ao nosso modo, fazer teatro.

Quando essas mesmas verbas atribuídas para financiamento das estruturas sofreram sucessivos cortes e tendo elas há três anos chegado a um valor visivelmente insuficiente, vimo-nos obrigados a rever escolhas de programação e respectivas formas de produção, de modo a sempre viabilizar os nossos projectos. As co-produções, bem como alguns apoios pontuais como os da CML e dos Amigos da Cornucópia, contribuíram para a sustentabilidade do funcionamento do Teatro da Cornucópia.

Antes do cumprimento do último ano do quadriénio a que estávamos vinculados, considerámos já a possibilidade de o não praticar, por considerar que era já difícil o seu pleno cumprimento. Mas insistimos em continuar. A evidência, porém, da situação limite das nossas possibilidades de assegurar, neste quadro de financiamento, o cumprimento de novos projectos, e tal como dissemos na divulgação do espectáculo apresentado neste último sábado, considerámos como incontornável o fecho da empresa Teatro da Cornucópia.

Tinha já sido esta a decisão, anteriormente, comunicada informalmente ao Secretário de Estado da Cultura e que mais tarde foi a razão da reunião havida no fim de Outubro no Palácio da Ajuda, com a presença de uma representante da CML. Foi então por nós levantada a questão que se prende com a CASA, edifício excepcional que ocupamos e onde sempre trabalhámos. Com tudo que ele contém. Exprimindo um desejo de que pudesse ser aproveitado para fins culturais, não deixando que esse património viesse a constituir somente um valor capaz de colmatar indemnizações aos trabalhadores, a única dívida que a empresa que se extingue não tem porventura capacidade de resolver. Entendemos que de momento a intenção do Ministério é a de assegurar um ano de renda no sentido de se proceder a um inventário rigoroso do património.

Na véspera do passado Sábado, (Recital Apollinaire e lançamento do segundo Livro do Teatro da Cornucópia/Espectáculos 2002-2016 e de um DVD), foi-nos comunicada a visita do Senhor Presidente da República, que, antes do espectáculo, queria inteirar-se da situação. 

Desse momento surgiu um tema que se prende com a questão de um estatuto de excepção para o Teatro da Cornucópia, capaz talvez, de viabilizar a sua continuidade. Surgiu o equívoco de que poderíamos mudar de opinião. O que levou o Senhor Ministro da Cultura, também presente, a admitir que o tivéssemos feito. E parece não se ter restabelecido a única versão correcta que existe, porque infelizmente a dúvida já não se põe: o Teatro da Cornucópia acaba no princípio do ano, na realidade já acabou. Com a mudança do Governo, a situação não se alterou. Disse o Senhor Ministro que o assunto estava a ser acompanhado, estudado. Haverá por isso um próximo encontro com os representantes do Ministério da Cultura.

Não se tratará, portanto, agora de um estatuto de excepção, porque somos provavelmente excepção. A empresa dissolve-se nos próximos dias, dependendo apenas de procedimentos legais que terá de cumprir.

Às pessoas que elegemos para nos governarem e que se dispõem a ouvir-nos, não nos passa pela cabeça mentir. Para com eles, para com todos, mantivemos sempre as mais leais relações. Assim foi, assim será.

Pelo Teatro da Cornucópia,

Luis Miguel Cintra e Cristina Reis

19 de Dezembro de 2016

saiu a “esfera” – um projecto/revista no algarve

foi no passado sábado, 5 de novembro, que assistimos ao lançamento de “esfera”. o evento teve lugar na livraria, editora e galeria sulreal – centro cultural e ambiental de bela mandil – freguesia de Pechão (Olhão).

o terceiro número da revista esfera conta com colaborações de: manuel de almeida e sousa, neuza tomé, milai miu, joana rego, santiago aguaded landero, rita isabel justino, julián portillo, josé bivar, genoveva faísca, joão miguel pereira e pedro oliveira tavares. a direção da revista é de paulo tomé e a direcção de fotografia de eduardo pinto

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faleceu um editor de referência em portugal ou… os bons livros estão de luto

VITOR SILVA TAVARES (1937-2015)

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menos um companheiro. 
menos um que sabia por onde não ir. 
num mundo infestado de medíocres, o desaparecimento de um homem que pensa é, de facto e sempre, uma enorme perca. 

primeiro foi a revista… (na sequência do suplemento “&etc” do “jornal do fundão” finais dos anos 60)

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só depois… os livros

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notas extremamente importantes sobre a deusa éris

Éris A Deusa da Discórdia

éris a divina | divina deusa | é | é a deusa | a deusa da | da discórdia | discórdia | nascida de Nix | e | e renascida | renascida com | com o nascimento | nascimento de ares | e | e ares | ares nada tem | tem a ver | ver com | com nix | nix é | é a personificação da noite | noite que | que desempenhou um papel | um papel importante no mito | no mito onde | onde nix | nix é a patrona | a patrona das feiticeiras | das feiticeiras e das bruxas.

éris é | é pois a | a discórdia | discórdia no casamento | no casamento e na guerra | na guerra acompanha | acompanha o | o irmão | e | e quando | quando os deuses se | se retiram | ela | ela permanece | permanece aí para | para gozar do caos | do caos e | e destruição.

 o senhor | senhor hesíodo | hesíodo afirma | afirma que a noite | a noite é filha | filha do caos | do caos e | e a segunda criatura | criatura seguida | que seguida de seus filhos | filhos de nome | de nomes como | como gaia | como tártaro | como eros | como érebro | érebro que | que é | é gémeo de | de eros | e | e todos | todos eles | todos são as | as forças primordiais.

éris é a deusa | a deusa que inflige |  inflige o sofrimento e | e o caos | e | e quando | quando harmonia | harmonia que | que filha era | era filha de ares e | e afrodite | se casou | casou e éris | éris foi a única |  a única deusa | deusa que | que não foi convidada | não foi convidada devido | devido ao seu comportamento.

então só | só então e | e por vingança tirou | tirou uma maçã | uma maçã dourada | dourada da árvore | árvore das hespérides e | e inscreveu nela | nela | “Para a mais bela deusa”.

éris atirou-a | atirou a maçã dourada | a maçã dourada para | para a mesa do banquete e | e de | de imediato afrodite | afrodite e hera | hera e atena se | se ergueram para | para reclamar | reclamar o prémio | prémio que levou | levou eventualmente | eventualmente à guerra | à guerra de tróia.

éris é | é também | também identificada com | com enio | enio é | é a deusa | deusa da guerra | e | e as duas | as duas frequentemente |  frequentemente tidas | tidas como uma só.

e | e enio Ένυώ | Ένυώ em grego | Ένυώ de | de horror | é | é uma personagem | personagem da | da mitologia grega | e | e é uma antiga | antiga deusa | deusa conhecida pelo | pelo epíteto | pelo epíteto de destruidora de cidades | e | e frequentemente | frequentemente representada toda | toda coberta de | de sangue e | e transportando armas  e | e dizem | dizem os gregos | os gregos dizem que é | é filha de zéus e | e hera e | e filha | filha ou irmã de éris dizem | dizem outros gregos e | e enio | enio é | é com frequência retratada | retratada junto | junto a fobos e | e junto a deimos quando | quando acompanhante de | de ares | ares o deus | deus chefe | chefe da guerra e | e dizem eles | eles os gregos que | que era tanto sua amante | tanto como | como sua irmã | irmã para uns e | e mãe | mãe para outros e | e quando enio | enio a deusa dava | dava o golpe | golpe final o | o seu corpo se transformava em fogo.

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éris, é a nossa deusa…!

éris é, ainda, um planeta (anão – dizem eles) conhecido oficialmente como 136199 Eris.

o nosso sagrado planeta viaja nos confins do sistema solar…

precisamente aí. no cinturão de kuiper.

dizem, os cientistas e especialistas destas coisas dos planetas, que é o maior planeta-anão do nosso sistema e, quando descoberto, ficou conhecido como o “décimo planeta”(porque 10 é igual a 5+5 – ou seja: a deusa e seu duplo. a deusa e seu “partner” que em volta do deus sol gira).

éris é bem maior que o planeta plutão (e este já deixou de ser planeta). mais…

éris é, também, um plutóide (ou seja, 1 corpo celeste composto de “gêlo” que apresenta forma esférica)

a viagem orbital da nossa deusa ronda os 560 anosdaí se infere que tenha pouco tempo para nos visitar com regularidade. serve-se muitas vezes de programas pirateados na net para mandar algumas mensagens aos papas e outros iniciados credenciados pela “divina discordeae” – o que é facto é que ela se encontra “longe para caralhos” (a cerca de 97 UA do sol e, a sua órbita é bastante excêntrica, como não poderia deixar de o ser).

bom… agora não nos venham perguntar mais merdas, sobretudo as que estão guardadas nas caixas de mistérios dos deuses e das deusas – cujo exemplo mais popular é a “caixa de pandora”.

danças à deusa da maçã dourada

danças à deusa da maçã dourada

MITOS que deixaram de ser mitos por serem verdades absolutas

– éris é a deusa da discórdia?…
– claro que sim!
– e o nosso planeta é o nosso planeta?…
– claro. porque o planeta (anão ou não), ao ser descoberto, lançou a discórdia entre os astrónomos quanto à definição daquilo que é mesmo, mesmo, mesmo um planeta
e
causou a perca de estatuto de plutão…
na verdade éris é famosa… sempre foi famosa. entre os gregos primeiro, entre os romanos depois, entre os nossos adeptos —–> agora.
foi ela > éris < que causou, provocou, animou, abençoou a célebre guerra de tróia.
e
é também conhecida por ser parceira de seu irmão ares (marte para os romanos) no campo de batalha.
dizem as más línguas que, quando os outros deuses se punham ao fresco por ter acabado a peleja, éris ficava. adorava curtir a carnificina…
… ainda hoje se diverte ao contemplar as misérias do quotidiano dos humanos.
um dos nomes mais sugeridos, pela corte científica, para o nosso planeta era o de perséfone, a putativa mulher de plutão.
mas a nossa deusa chegou-se á frente e, como quem não quer a coisa, deixou cair a sua maçã dourada, perfumou a sala de reuniões com o cheiro pestilento a cachorro quente
e
—–> a discórdia ganhou 2 pontos.
precisamente —–> 2 pontos.
não só o planeta se passou a chamar éris como o seu satélite ganhou o nome de disnomia – a célebre filha da nossa deusa – a filha da divina éris. a grande deusa da desordem…

nota bastante importante:como é evidente, os gregos sabiam que éris girava em torno do sol… porém a secreta família do vaticano sempre desprezou o facto. chegaram ao ponto de queimar toda a documentação que nos foi legada pelos gregos sobre a divindade que adoramos
e
foi preciso um magote de norte-americanos (cientistas) para repor a verdade dos factos.