notas extremamente importantes sobre a deusa éris

Éris A Deusa da Discórdia

éris a divina | divina deusa | é | é a deusa | a deusa da | da discórdia | discórdia | nascida de Nix | e | e renascida | renascida com | com o nascimento | nascimento de ares | e | e ares | ares nada tem | tem a ver | ver com | com nix | nix é | é a personificação da noite | noite que | que desempenhou um papel | um papel importante no mito | no mito onde | onde nix | nix é a patrona | a patrona das feiticeiras | das feiticeiras e das bruxas.

éris é | é pois a | a discórdia | discórdia no casamento | no casamento e na guerra | na guerra acompanha | acompanha o | o irmão | e | e quando | quando os deuses se | se retiram | ela | ela permanece | permanece aí para | para gozar do caos | do caos e | e destruição.

 o senhor | senhor hesíodo | hesíodo afirma | afirma que a noite | a noite é filha | filha do caos | do caos e | e a segunda criatura | criatura seguida | que seguida de seus filhos | filhos de nome | de nomes como | como gaia | como tártaro | como eros | como érebro | érebro que | que é | é gémeo de | de eros | e | e todos | todos eles | todos são as | as forças primordiais.

éris é a deusa | a deusa que inflige |  inflige o sofrimento e | e o caos | e | e quando | quando harmonia | harmonia que | que filha era | era filha de ares e | e afrodite | se casou | casou e éris | éris foi a única |  a única deusa | deusa que | que não foi convidada | não foi convidada devido | devido ao seu comportamento.

então só | só então e | e por vingança tirou | tirou uma maçã | uma maçã dourada | dourada da árvore | árvore das hespérides e | e inscreveu nela | nela | “Para a mais bela deusa”.

éris atirou-a | atirou a maçã dourada | a maçã dourada para | para a mesa do banquete e | e de | de imediato afrodite | afrodite e hera | hera e atena se | se ergueram para | para reclamar | reclamar o prémio | prémio que levou | levou eventualmente | eventualmente à guerra | à guerra de tróia.

éris é | é também | também identificada com | com enio | enio é | é a deusa | deusa da guerra | e | e as duas | as duas frequentemente |  frequentemente tidas | tidas como uma só.

e | e enio Ένυώ | Ένυώ em grego | Ένυώ de | de horror | é | é uma personagem | personagem da | da mitologia grega | e | e é uma antiga | antiga deusa | deusa conhecida pelo | pelo epíteto | pelo epíteto de destruidora de cidades | e | e frequentemente | frequentemente representada toda | toda coberta de | de sangue e | e transportando armas  e | e dizem | dizem os gregos | os gregos dizem que é | é filha de zéus e | e hera e | e filha | filha ou irmã de éris dizem | dizem outros gregos e | e enio | enio é | é com frequência retratada | retratada junto | junto a fobos e | e junto a deimos quando | quando acompanhante de | de ares | ares o deus | deus chefe | chefe da guerra e | e dizem eles | eles os gregos que | que era tanto sua amante | tanto como | como sua irmã | irmã para uns e | e mãe | mãe para outros e | e quando enio | enio a deusa dava | dava o golpe | golpe final o | o seu corpo se transformava em fogo.

planeta-eris

éris, é a nossa deusa…!

éris é, ainda, um planeta (anão – dizem eles) conhecido oficialmente como 136199 Eris.

o nosso sagrado planeta viaja nos confins do sistema solar…

precisamente aí. no cinturão de kuiper.

dizem, os cientistas e especialistas destas coisas dos planetas, que é o maior planeta-anão do nosso sistema e, quando descoberto, ficou conhecido como o “décimo planeta”(porque 10 é igual a 5+5 – ou seja: a deusa e seu duplo. a deusa e seu “partner” que em volta do deus sol gira).

éris é bem maior que o planeta plutão (e este já deixou de ser planeta). mais…

éris é, também, um plutóide (ou seja, 1 corpo celeste composto de “gêlo” que apresenta forma esférica)

a viagem orbital da nossa deusa ronda os 560 anosdaí se infere que tenha pouco tempo para nos visitar com regularidade. serve-se muitas vezes de programas pirateados na net para mandar algumas mensagens aos papas e outros iniciados credenciados pela “divina discordeae” – o que é facto é que ela se encontra “longe para caralhos” (a cerca de 97 UA do sol e, a sua órbita é bastante excêntrica, como não poderia deixar de o ser).

bom… agora não nos venham perguntar mais merdas, sobretudo as que estão guardadas nas caixas de mistérios dos deuses e das deusas – cujo exemplo mais popular é a “caixa de pandora”.

danças à deusa da maçã dourada

danças à deusa da maçã dourada

MITOS que deixaram de ser mitos por serem verdades absolutas

– éris é a deusa da discórdia?…
– claro que sim!
– e o nosso planeta é o nosso planeta?…
– claro. porque o planeta (anão ou não), ao ser descoberto, lançou a discórdia entre os astrónomos quanto à definição daquilo que é mesmo, mesmo, mesmo um planeta
e
causou a perca de estatuto de plutão…
na verdade éris é famosa… sempre foi famosa. entre os gregos primeiro, entre os romanos depois, entre os nossos adeptos —–> agora.
foi ela > éris < que causou, provocou, animou, abençoou a célebre guerra de tróia.
e
é também conhecida por ser parceira de seu irmão ares (marte para os romanos) no campo de batalha.
dizem as más línguas que, quando os outros deuses se punham ao fresco por ter acabado a peleja, éris ficava. adorava curtir a carnificina…
… ainda hoje se diverte ao contemplar as misérias do quotidiano dos humanos.
um dos nomes mais sugeridos, pela corte científica, para o nosso planeta era o de perséfone, a putativa mulher de plutão.
mas a nossa deusa chegou-se á frente e, como quem não quer a coisa, deixou cair a sua maçã dourada, perfumou a sala de reuniões com o cheiro pestilento a cachorro quente
e
—–> a discórdia ganhou 2 pontos.
precisamente —–> 2 pontos.
não só o planeta se passou a chamar éris como o seu satélite ganhou o nome de disnomia – a célebre filha da nossa deusa – a filha da divina éris. a grande deusa da desordem…

nota bastante importante:como é evidente, os gregos sabiam que éris girava em torno do sol… porém a secreta família do vaticano sempre desprezou o facto. chegaram ao ponto de queimar toda a documentação que nos foi legada pelos gregos sobre a divindade que adoramos
e
foi preciso um magote de norte-americanos (cientistas) para repor a verdade dos factos.

 

um conto erisiano para este solstício (em colaboração com o templo do divino anzol)

h-peixe

– muito mais belas que o original?…
perguntou o iniciado.
– é sinal de que o organismo está em bom andamento. deve fumar… beber álcool… sabe? o senhor tem problemas… e olhe, toque, cheire, mas não leia jornais, não veja televisão, não siga o facebook…
e sertir-se-à bem melhor.
respondeu o papa
– tentarei, mas não me lembro das imagens, dos cheiros nem dos sabores. só das palavras sagradas…
no dia seguinte fez as malas. desceu as escadas…
o templo tinha ar condicionado e a tepidez do sol primaveril encontrava-se, ainda, verde.
a luz?!… teve de fechar bem os olhos.
ah!… o sol… le soleil…!
e
ao chegar ao carro (nunca antes tinha sido iluminado) a visão. como se alguma vez tivesse feito outra coisa, soube instantaneamente onde colocar as mãos
e
os pés.
éris – a deusa – sentou-se a seu lado e disse para que engatasse a primeira, tirasse o pé do pedal e apertasse levemente o acelerador… o suficiente para se mover um metro ou dois
e
depois travar e desligar.
se errasse poderia acabar em cima de uma moita do jardim. mas tudo correu bem.
e começava a ficar orgulhoso.
foi então que a deusa-nossa-de-todos-os-dias se ergueu e pairou no firmamento para anunciar o início do solstício
e
ofereceu-lhe as prendas que tinha pedido (por escrito no mail iniciatico.com): uma bicicleta, uns patins, um gato pardo, e dois cachorros (não confundir com cachorros quentes)

salvé éris!……. brrruuuuuP

o tarot poético da deusa éris (discurso esclarecedor de m. almeida e sousa)

00erisA 00cavA 00caoA

onde 3 (3 páginas) narram os feitos da grande Deusa

as outras 20 (20 páginas) se dividem em quatro capítulos de 5 páginas e esses 4 capítulos não são mais que um despertar. o despertar do iniciado para a verdade. 

O DISCURSO DO AUTOR (ALGURES) NO LANÇAMENTO DA OBRA

tudo o que é mau pode ser bom tudo o que é bom – por vezes – é mau

Estou a falar-vos de Discordianismo uma religião baseada na adoração da deusa Éris (também conhecida como Deusa da Discórdia) –  a deusa Grego-Romana do caos.

Esta religião foi fundada, dizem, entre 1958 e 1959, após a publicação do seu (primeiro) livro sagrado, o Principia Discordia, escrito por Malaclypse the Younger e Omar Khayyam Ravenhurst – acho que após um bom período de alucinações.

A religião já foi relacionada com o Zen – todavia baseada em interpretações absurdistas da escola Rinzai.

O discordianismo defende a ideia de que ordem e desordem são apenas ilusões impostas pelo sistema nervoso humano.

O discordianismo é, também, considerado uma religião estranha para alguns, embora a verdade, a deliciosa verdade… seja sempre o foco da discussão.

Diz-se, ainda, que os Discordianos utilizam um humor subversivo na divulgação da sua filosofia e evitam que suas crenças se tornem dogmáticas. Daí que seja difícil estimar o número de discordianos porque não lhes é exigido nada no que diz respeito a crenças e porque são incentivados os cismas…

Pessoalmente acredito na encarnação da deusa Éris em bicicletas. Ou seja, que uma bicicleta é já uma Deusa. Logo, as bicicletas deverão ser cuidadas religiosamente tal como as vacas no hinduísmo. Assim é.

O documento base da fundação do discordianismo é o Principia Discordia, quarta edição, escrito por Malaclypse the Younger, um pseudónimo de Gregory Hill.

Este livro faz referência a uma fonte mais antiga, o The Honest Book of Truth (O Livro Honesto da Verdade).

Ora o Livro Honesto da Verdade, está organizado segundo normas por vezes semelhantes (nunca iguais) a outros livros sagrados. Versos agrupados por capítulos e livros. E tudo agrupado no próprio Livro Honesto da Verdade.

Por sua vez, o Principia inclui um capítulo denominado “The Book of Explanations” (O Livro das Explicações), onde se pode constatar que o Livro Honesto da Verdade foi revelado a Omar Khayyam Ravenhurst.

A descoberta do Livro Honesto da Verdade é muito semelhante (diz-se e especula-se) à descoberta do Livro de Mórmon. Inclui (também ele) um trecho onde se conta como um exemplar deste Livro sagrado foi encontrado por um mendigo e este, recusou a sua devolução.

O discordianismo é, pois, uma crença onde a desarmonia e o caos são componentes válidos porque reais. E o Principia Discordia demonstra que o discordianismo se baseia na oposição – dialéctica (?) – a religiões que defendem a ordem, muito embora – o Livro – descreva o caos como um impulso natural.

A intenção deste escrito é um “equilibrar” das forças criativas – as da ordem e da desordem – mas o foco acentua os aspectos mais desordenados do mundo.

Daí se infere que as forças da ordem e desordem são sempre equilibradas.

Se as religiões organizadas são o ópio do povo, 

as religiões desorganizadas são o axixe da turba lunática.

Disse-o Kerry Thornley

depois desta curta introdução, posso afirmar – aqui – que a minha religião é minha

e

que me organizei numa cabala à qual apenas eu pertenço e na qual me recuso ser um mero sacerdote pelo facto de poder ser, perfeitamente, um papa.

e

enquanto papa, fui alvo de uma revelação. nessa revelação – espiritual – fui guiado na feitura deste conjunto de 23 lâminas a que demos (eu e o espírito revelador) o nome de tarot poético da deusa Éris.

absurdo?… claro que será absurdo. só pode ser absurdo.

facto é que este baralho não o é. de todo.

não é um simples baralho.

é – com efeito – muito mais que isso. é um livro de 23 páginas

onde 3 (3 páginas) narram os feitos da grande Deusa e as outras 20 (20 páginas) se dividem em quatro capítulos de 5 páginas

e

esses 4 capítulos não são mais que um despertar.

o despertar do iniciado para a verdade.

e

a verdade é o caos e a discórdia.

alguns de vós estarão a pensar: – um tarot é para saber o que se vai passar num futuro próximo ou longínquo…

e eu responderei:

– sim e não.

porque o que vemos nem sempre é uma verdade e a verdade pode navegar na incerteza.

convido-os, pois, a ler estas lâminas e meditar. muito…

a arte mágica reside nisso

bebamos portanto vinho em honra da Deusa. e ela nos compensará.

Nota: este artigo é publicado em simultâneo no blog : comboio na nudez dos carris