POESIA EXPERIMENTAL PORTUGUESA — Caixa Cultural — Brasília

17 DE OUTUBRO a 16 DE DEZEMBRO
CAIXA CULTURAL
BRASÍLIA
Conversa com E. M. de Melo e Castro
Performances de Fernando Aguiar e Silvestre Pestana
(na inauguração, a 16 de Outubro)
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algumas obras de Fernando Aguiar em exposição

 

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“Ensaios para uma nova expressão da escrita”, 1980

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“Poesia Visual I”, 1984

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“Poesia Visual III”, 1984

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“Ensaio para Dick Higgins”, 1989

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“Ensaio para Serge Pey”, 2001

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“Ensaio para uma nova expressão da escrita VIII”, 1980

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“Soneto da Fragilidade”, durante a performance “O Processo no Poema”, Caixa Cultural, Brasília, 2018

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e assim se perdeu um património histórico de referência em todo o mundo…

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imagem do “diário de notícias”

“o fogo, que tudo devora, é principal arma de arremesso da burguesia mais conservadora”

(in: facebook – comentários)

“A mão invisível que destrói a memória e o património não para! Horror de incúria e barbárie política. Quem inventou esta democracia do golpe baixo? O capital claro!”

(in: facebook – comentários)

“É uma perda incalculável que se explica – não se justifica, mas explica-se – pelo descaso absoluto que todos os Governos, e esse Governo ilegítimo em particular, votam à cultura, com cortes dramáticos nos orçamentos da cultura e da educação, ameaça grave de desmontagem das universidades públicas [o Museu Nacional está ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro]. É um projecto de devastação, de criação de desertos, desertos no espaço e no tempo. A destruição do museu é um deserto no tempo, é destruir a memória, destruir a História.”

“O Brasil está passando por um processo de polarização política muito grande, existe uma camada subterrânea fascista que era melhor ter deixado quieta e que está se movimentando. Não é só no Brasil, há no mundo inteiro um renascer de sentimentos fascistas, autocráticos, e isso aqui é representado por esse candidato repugnante que é o Jair Bolsonaro, que defende a tortura, elogia a ditadura, quer armar a população, e que se inspira naquele louco patético que é o Donald Trump nos Estados Unidos. Se ele for eleito, é o fim. Pego o avião e vou embora – não sei para onde, mas para algum lugar.”

(entrevista a Eduardo Viveiros de Castro – in “púbico” – ver aqui)

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para os que, lá e cá, desejavam a saída de Lula e Dilma do poder, para os que não se cansaram de bater na panela, para os adeptos do golpe que agora reagem à tragédia com “lágrimas de crocodilo”… relembramos apenas e a título de curiosidade;  foi o governo do apelidado “analfabeto” por certa “elite”  brasileira (aquela que hoje desgoverna aquele país após o golpe político encabeçado por um bando de corruptos) que, pelas mãos do então ministro da cultura Gilberto Gil, foi criada a primeira lei para museus e património cultural na história do Brasil, a “Política Nacional de Museus” – lei 11.904/2009

Zulmira Oliva expõe em Olhão

Algarvia nascida em Paderne e criada em Olhão donde partiu para a aventura de uma vida plena dedicada à educação e à arte. Binómio, esse, que foi o vetor determinante que a levou da ruptura com o ensino oficial ao universo utópico do grande mestre da Portugalidade: Agostinho da Silva. 

A relação entre estes dois entes maiores da Espiritualidade Portuguesa, versão laica do elo transcendental Ibérico João da Cruz e Teresa de Ávila, é um fenómeno único que urge estudar e analisar. 

Reencontramos Zulmira Oliva nos seus ágeis 88 anos em Olhão, vinda da Quinta de Sintra, onde viveu as últimas 3 décadas e, com a sábia disponibilidade de educadora pela arte, recebia diariamente ranchos de crianças e adolescentes que iniciou na expressão artística motivando-os na arte de Ser, como ensina a cartilha de Agostinho, reduto implacável da identidade Lusíada.

No seu voo ensaiado nos desenhos dos anos 70, que expôs na saudosa Galeria da Emenda, partindo do cantinho terrestre até à nuvem cósmica que tudo liga e envolve, Zulmira foi tocada e, tocou uma pleiade de seres de excelência da nossa cultura como a escritora e pedagoga Matilde Rosa Araújo, a poetisa experimental/gráfica Salette Tavares, a investigadora Helena Briosa, a escultora e astróloga Flávia Monsaraz (sua mestre de escultura), mas foi em Agostinho e nos diálogos de mistério e perplexidade que defenitivamente ancorou a sua inspiração. No início da última etapa da sua jornada, Zulmira regressa à Terra da sua Infância, na esperança de um acolhimento que possa recolher o seu legado com a dignidade e reconhecimento do valor que inexoravelmente merece.

Aqui se mostra pois, um pouco do seu trabalho na forma de desenhos, livros de artista, textos caligrafados, poéticos-didáticos, ilustrações, etc. 

José Bivar 

Luiz I. Lula da Silva – ONU: Lula tem direito a ser candidato

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ver aqui

entretanto a imprensa golpista do brasil lança o argumento costumeiro dos fascistas de má memória

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como diz um nosso amigo e poeta brasileiro:

Estou achando bonito ver a direita bater cabeça, sem saber como lidar com essa bomba que põe em risco o futuro de seu querido golpe de 2016.

A decisão da ONU não tem efeito coercitivo. Mas não acatá-la é mais ou menos como ver aquela placa de “não pise na grama” ou “não jogue lixo no chão, use a lixeira” e dizer: “Ah, não vou respeitar isso, porque não tem ‘efeito juridicamente vinculante’.” Vão por aí, amiguinhos…

cadernos do Levante lançados em Olhão

DO LEVANTE

Enquanto a Serra sagrada do Algarve ardia, os animais sucumbiam ou fugiam, as famílias rurais lutavam com a guarda da República, defendendo bens mais que vidas, noutro Algarve dito o ”centro do mundo”, Olhão, terra de piratas honrados, reunia a tertúlia do levante na velha recreativa, vetusto bastião das memórias do simbolista João Lúcio e outras excelsas figuras do Algarve novecentista.

Viemos de Cascais, de Lisboa, de Cádis, Sevilha, do barlavento, … , viemos para celebrar o momento do nascimento de uns pequenos cadernos do LEVANTE que, doravante, trocam de mão em mão as vozes sussurrantes do fértil abandono.

Crédulos, apesar de tudo, que um grito colectivo pare a máquina, dois Manueis, um de Sousa e outro Neto de Santos fizeram soar o clamor sob onomatopeias e guturais sopros primordiais.

Inicio de novo canto resistente? Extintos os Marítimos! Os do Levante voltaram para perguntar: ainda há MAR?!

José Bivar (in “crocodarium” revista de Mandrágora)

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notícia desportiva de última hora

ÚLTIMA HORA

bruno de carvalho e o seu mentor vale e azevedo, vão tomar conta da sad do belenenses
a ideia foi, como é evidente, de vale e azevedo
o porta-voz do clube de futebol “os belenenses”, confirmou-nos: — estamo-nos nas tintas!… a sad é a sad e nós somos nós (ponto parágrafo)!…
entretanto a sad do “atlético club de portugal” (em situação semelhante) juntar-se-à à “festa”
desta forma, com a colaboração, cooperação e espírito de inter-ajuda – entre os dois melhores presidentes que o futebol português alguma vez teve – será possível que floresça um novo clube em lisboa a militar entre os grandes – quiçá o melhor entre os melhores

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ÚLTIMA DAS ÚLTIMAS HORAS

marta soares será provavelmente nomeado para corta-fogo da nova agremiação desportiva, foi o que nos disse teresa leal coelho quando passeávamos na zona de s. bento