a múmia gosta muito de comboios, mas…

comboios

HAVIA um tipo que desmantelou a quase totalidade das ferrovias mas afirmou, quando chegou ao topo da hierarquia política, que gostava muito de comboios

HAVIA um presidente da CP (no último governo – o do coelho) que optou por abater e demolir tudo e encerrar linhas e ramais

HAVIA (continua a haver) um autarca (cérebro iluminado) que quer desmantelar a linha de cascais e criar um corredor de autocarros em seu lugar

HAVIA, HAVIA, HAVIA…

e os comboios 

      • que deviam, mas não são pontuais;
      • que deviam, mas não são electrificados;
      • que deviam, mas não circulam em via dupla porque via dupla, dizem e disseram eles, é desnecessária (ainda que tenha sido paga);
      • que deviam, mas não cobrem o espaço nacional;
      • que deviam, mas não servem a população nem o transporte de mercadorias….

    os comboios em portugal, as estruturas ferroviárias, estão entregues a um bando de irresponsáveis. uma estrutura quase inactiva talvez à espera que tudo se desmorone. ver

 

a sede de privatizar tudo. de tudo passar a empresas-fantasma criadas por amigos e amigos de amigos a troco de “luvas” ou de favores duvidosos, torna-nos espectadores e protagonistas em cenas onde o desleixo, a incompetência, a degradação do equipamento, avarias incompreensíveis, atrasos injustificados e um monte de etc. (cenas precursoras e indiciadoras de nova(s) privatização(ões).

“O governo tem a obrigação ética de esclarecer o país se está interessado em preparar a CP para o embate da liberalização ou se está premeditadamente a destruir o serviço de longo curso e alguns regionais para abrir espaço, e facilitar a vida, aos operadores internacionais que já se posicionam para entrar no nosso mercado. Estes operadores internacionais têm por trás as grandes empresas públicas ferroviárias europeias. Na prática, será a “nacionalização” do caminho de ferro português por uma potência estrangeira. Coisa que aliás já aconteceu com a REN e com a EDP. Vamos mais uma vez alienar a nossa independência nacional num sector estratégico? Os trabalhadores ferroviários, os utentes do caminho de ferro e os portugueses têm o direito de saber quais são as intenções do governo e este o dever de os esclarecer. Ficamos à espera”.

ver também aqui e/ou aqui

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s