esperteza TUGA

a informação.
as informações que desabam sobre nós. que nos pretendem violar enquanto seres pensantes parecem querer-nos impor:…
– tu pensas o que nós queremos que tu penses… amém!…

tv-olho

voltemos às obras do pintor miró.
às 85 obras.
85 obras que o actual governo quer descartar invocando razões pouco razoáveis em nome de um “economicismo” já instituído – todavia balofo.

saltou há dias ao terreiro o prof. dr. marcelo, esse grande comentador encartado, a defender ideias rançosas mui à guisa do que sói dizer-se “esperteza saloia” mas que a nós soa melhor (em defesa dos bons hábitos saloios) “esperteza tuga”.
dizia o prof. dr. que não seria descabida uma alternativa…
pois…
e a alternativa seria subtrair uns 5 ou 6 quadrinhos ao lote. quanto ao prof. isto seria razoável e…
blá… blá… blá …..
claro que a “nação valente” teria tudo a ganhar. vendia quase tudo e o outro quase que restasse (a tal meia dúzia) poderia ir para um qualquer museu. e porque não, vender-se a retalho. tipo merceeiro que rouba no peso das batatas para que lhe quedem meia dúzia de quilos para aviar outro freguês.
para a mentalidade mercantilista/colonial portuguesa… nada de novo. está certo. é assim mesmo.
“vamos a eles!…”
aos mirós…

tu-falas

entrementes, lemos por aí outras prosas sobre o tema… prosas dos que se esforçam por defender (mas já com as forças abaixo do nível d’água) as grandes iniciativas governamentais.
lemos, algures, que esta situação (a dos quadros do pintor catalão) é similar à das pinturas de côa. que os “malvados” defensores da “coltura” (como ele, o escriba, diz) colocaram o país na crise em que estamos devido à paragem das obras da grande barragem que a edp pretendia fazer – e isto, vejam bem, para salvar as insignificantes pinturas rupestres.
pois…. só falta rematar com aquele discurso, o “da tanga”, tão a gosto do maoísta que hoje, em bruxelas, defende outros valores que não aqueles que tanto o preocupavam na época.
faltou dizer, porque não convém a um defensor da “ordem nova”, que os três últimos governos deste país (o actual incluído – sobretudo o actual) foram protagonistas do pior filme que alguma vez se produziu em solo lusitano.
faltou dizer, com honestidade intelectual qb, o porquê de uma crise que curiosamente afecta apenas certos países… por certo que a razão não é a barragem e tão pouco as pinturas. claro que não.
faltou, enfim, dizer (porque não é conveniente) que o “paraíso” em que vivemos está infestado de ervas daninhas e, são essas ervas, a razão do estado a que chegámos.
a razão não é a cultura e a preservação de um património. a razão é outra. e o escriba, os muitos escribas e comentadores de serviço que querem que pensemos o que eles querem…
sabem-no.
sabem muito bem.

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