LUTAR SEMPRE!…

aves.sistema

Sob o título que marca este “post” descobrimos este texto numa caixa do facebook – e confirmámos a sua origem (como verificarão em baixo).

Ainda que não abracemos uma causa dita da “monarquia” ou “monárquica” estamos de acordo com o que aqui se diz – de uma forma geral. E porque o estamos, colocamos este texto assinado por Guilherme Koehler na “Gripe das Aves”.

O debate é urgente e possível e aquilo que nos divide, enquanto seres que se querem pensantes, pode enriquecer-nos ou juntar-nos.

A nossa liberdade e o nosso património são um bem a preservar… e estão em perigo.

Não esqueçamos que nos tempos da ditadura bafienta de Salazar muitos foram os monárquicos que se juntaram aos republicanos para lutar contra esse regime… lembramos as figuras ímpares de João Camossa, Gonçalo Ribeiro Telles e Barrilaro Ruas entre muitos outros –  os quais marcaram presença em congressos republicanos – recorde-se o maior deles, o de Aveiro.

A corrupção alastra e a nação definha – os valores básicos que sustentam o regime democrático são desprezados em absoluto por uma mão cheia de medíocres que se trincheiraram no poder e obedecem cegamente à nova ordem.

Unir forças e lutar é urgente.

E não venham os defensores do “eixo” dizer que nos aliamos a quem mal diz destes iluminados que conseguiram chegar ao poder…

M d’A

aves-diagrama

LUTAR SEMPRE!

 

Como dizia um grande Tradicionalista, “a tirania é uma planta que só medra no esterco da corrupção. Isto é uma verdade histórica para a qual não encontramos uma excepção. Num Povo com moral a atmosfera de virtude seca essa planta à nascença. Nenhum Povo com moral teve tiranos e nenhum Povo corrompido deixou de tê-los.”

A Revolução Francesa e o liberal constitucionalismo impuseram-nos leis e os Povos usam a objecção de consciência que é o abandono da luta para obterem leis justas, tranquilizando as suas consciências, mas não questionando as causas de tais leis e o sistema que necessariamente as gerou. Este é o grande pecado do mundo conservador, escandalizar-se com os efeitos sem procurar as causas.

Só a pessoa pode ser sujeita a direitos e deveres, não a natureza. Por isso não se pode falar de direitos humanos universais, mas de direitos concretos de cada pessoa.

O direito natural cria uma ordem relativa à natureza humana que se impõe como um conjunto de deveres e não como direitos: deveres das pessoas em relação à natureza. O que a Declaração dos Direitos Humanos pretende é atribuir direitos à natureza como reflexo daqueles deveres, confundindo a natureza individual com a pessoa e fundamentando aqueles supostos direitos numa dignidade natural inexistente.

As leis injustas não são leis, são violência e força. É obrigação lutar contra elas, para as revogar e para acabar com o sistema que as emana.

O cão ladra e mais não pode fazer, o liberalismo carrega-nos com leis injustas porque não sabe fazer outra coisa e como diz o velho ditado popular “o cagar segue o ser”!

O dever dos Tradicionalistas é lutar e denunciar o sistema e não cair na porcaria da mera objecção de consciência.

 

Guilherme Koehler – Publicado no grupo “A MONARQUIA SEM TABUS (Nem correntes, Nem mordaças)”

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